Após 35 anos, integrantes do Balão Mágico programam volta

Faustão se revolta com música tema de fim de ano da Globo
12 de março de 2018
Pabllo Vittar terá programa sobre sua vida no Multishow
14 de março de 2018

Mike, Luciana, Simony e Tob

Uma geração inteira cantou (e ainda canta) a plenos pulmões as músicas “Superfantástico” e “Lindo balão azul”, dois dos hits mais emblemáticos da “Turma do Balão Mágico”. O programa, que foi extinto em 1986, completa 35 anos em 2018. Para comemorar, os ex-integrantes Simony, Mike e Tob programam uma volta aos palcos para celebrar a data. “Há cinco anos conversamos sobre o assunto, e este ano a vontade ficou maior. Então, estamos amadurecendo essa ideia para fazer algo bem bacana. Temos muita vontade de fazer as grandes capitais com esse show”, adianta Simony, aos 41 anos. Não é um retorno da banda, mas shows pontuais e ainda um DVD, conta Mike, que hoje se divide entre Londres e Belém, onde possui uma empresa de exportação de madeiras exóticas de reflorestamento. “Vendemos 12 milhões de discos na época, tivemos participações de artistas que são a história da MPB, como Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Fábio Jr., Djavan, Pepeu Gomes, Moraes Moreira… Seria uma forma de homenageá-los também, cantando músicas deles e nossos grandes clássicos”, diz ele, aos 43 anos. Mike conta que conversou muito com o amigo quase irmão Tob no último fim de semana. “Falamos até de como seria três quarentões no palco cantando músicas infantis sem cair no ridículo. Óbvio, que não dá para mexer em músicas que se tornaram uma referência para nossos fãs, mas dá para fazer releituras”, avalia ele: -“Nunca quisemos fazer um projeto caça-níquel. Temos profundo respeito pela nossa história. E o bacana é que agora não estamos correndo atrás, mas as coisas estão acontecendo”. Todos são unânimes em dizer que o retorno é um pedido antigo dos fãs que se tornaram adultos e que passaram a seus filhos (e até netos) o amor pela turminha. “Nós queremos muito e estamos procurando um grande produtor e um diretor musical para fazer tudo isso acontecer. Não vamos fazer de qualquer jeito. Tem que ser uma coisa linda, que remeta àquela época, que seja algo grandioso. Não é só fazer um encontro”, observa Simony.

Fonte: uai.com.br